Quero algo que me, parar, respirar faça
Meu, transpirar, corpo
Olhos, entontecer…
Algo, breve, que, tremer, minhas mãos faça
Quero aquilo, aquela…
Palpite, cardio, rápido
Girar, tudo!
Quero algo que me, parar, respirar faça
Meu, transpirar, corpo
Olhos, entontecer…
Algo, breve, que, tremer, minhas mãos faça
Quero aquilo, aquela…
Palpite, cardio, rápido
Girar, tudo!
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O prever, pre-ver, ver primário, ante-ver, não é nada mais que imaginar.
Imaginário este, que baseado em fatos,
fatos se tornarão,
e só então entoaremos tons tenuosos, como:
~eu sabia~.
Saber, porém, experiência convém,
pois,
todo imaginado ora antes, houve de ser visto, ou vislumbrado,
consegue percever ?
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Não! Não lhe direi, nao insista… não faça com este pesar.
O temor, aquele, aquele temor, não vale a pena, não tanto assim, não com esta consequência.
Você vê agora, vê aquilo que vi, e vejo.
Então, porque brava me repreende ?
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E só lhe digo, digo que não vou embora, nem quando nao estiver presente.
Nem quando me disser para ir, vou estar por perto.
Vou, para longe, longe de tudo o que você não estiver por perto.
E assim, por perto…
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É tão inevitável que o tempo corra
Que o mar vague
Que o ar flua
Que os pensamentos se percam
Que os valores nos mudem
Que o vasto, nos preencha
Que então e assim, sejamos só, nós mesmos.
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E entendo… entendo que não é tão simples, vago, vasto, viçoso nem virtual, sei disso.
Sim, vejo que o que me mostra, aquilo tudo que me demonstra, não me vem tão igual quanto me vê, e assim, só percebo aquela aura crua e cinza que tenta me imprimir.
Não.
Aquilo tudo não era pra ser, ver, crer, ter naquilo, nem em tudo. Só nisso aqui, entre nós, perto e pulsante. Voce vê agora ?
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